Dicas de restaurantes


 
 

Alternativas gastronômicas em “Terrão e Tornozelo”

Se o que é bom dura pouco, como se diz no popular, então nosso final de semana no alto da serra Gaúcha foi simplesmente espetacular, pois durou, relativizando a questão temporal, pouco mais de um par de horas. Foram quatro dias maravilhosos, envolvidos pela mística de Gramado e Canela e carinhosamente abraçados pela neblina persistente, raramente interrompida pelas gotas de chuva geladas que caíam sempre no início da noite, uma espécie de batismo aos então marinheiros de primeira viagem. E um convite irrecusável de provar as delícias do lugar, fruto da mistura das culturas européias que colonizaram a região, prevalecendo a italiana e a alemã, mas certamente influenciada por todos os povos de regiões mais frias do Velho Continente.


Fizemos então o já tradicional roteiro gastronômico dos Totti, em busca dos melhores sabores e das curiosidades de cada lugar e deixo abaixo os comentários sobre os locais que visitamos não somente em Canela e Gramado (vocês não acreditaram que existiriam Terrão e Tornozelo, não é mesmo???) como também em Bento Gonçalves, pela ordem de preferência (foi muito difícil diferenciar os 3 primeiros...)

1 – Churrascaria Garfo e Bombacha – localizado em Canela, a caminho do Parque Caracol aparece em primeiro lugar não só pela qualidade das carnes (com o costelão assado na brasa por mais de 8 horas) mas pelo aspecto cultural, com a apresentação de danças e músicas regionais com muita interatividade. Não é um rodízio tradicional, pois, após uma deliciosa sopa de capeletti,  “és tu quem busca” a carne na boca da churrasqueira e faz a sua escolha, além de um vasto Buffet de pratos quentes e saladas. Fica a dica: ao final do show o apresentador sempre oferece lembranças do local aos que subirem no palco... pode ir, sem medo de “pagar mico”, afinal, eu fui e não deixaria nenhum amigo se expor caso houvesse qualquer risco.


2 – Restaurante Canta Maria – fica em Bento Gonçalves e tem, de longe, um dos melhores galetos de toda a serra. Como entrada, uma fantástica sopa de capeletti, seguido por polentas e queijo grelhados, o radichio com bacon, galeto e você ainda tem a opção de grelhados e um rodízio de massa; vá preparado para comer muito, e muito bem. A carta de vinhos é sempre muito boa.


3 – Carlito’s Restaurant Fondue – na Avenida das Hortências, nos foi indicado como o melhor fondue da cidade e realmente não decepcionou. Após uma espetacular sopa de capeletti, a seqüência de fondue começa com o de queijo, que pode ser preparado com o pão italiano, batata, polenta entre outras opções; o sabor do queijo é inesquecível... a seguir vem o fondue de carne que, tradicionalmente, é servido com mais de 10 molhos, mas você prepara a carne na chapa quente; fica a dica: peça o fondue de carne tradicional, para você imergir no óleo quente... fica mais gostoso. Finalmente, a sobremesa, 6 ou 7 tipos de frutas com chocolate. Fora o vinho e chopp artesanal produzido na cidade.


4 – Alpine La Table – Gramado - fomos para comer uma raclete, que é servida após uma sopinha básica de capeletti. Estávamos habituados com um tipo de racleteira em que o queijo é colocado sobre a superfície quente antes de ser raspado sobre a batata. Nesse caso, o queijo fica em forminhas individuais ao lado do fogo que aquece uma chapa com as batatas, copa, salame, etc são grelhados na manteiga... o processo é muito lento e logo o adaptamos, colocando o queijo para derreter sobre a chapa quente. O sabor é muito bom, mas não combinou muito com salame e copa, não.


5 – Restaurante Mirabelle (Hotel continental) – onde ficamos, em Canela, e onde almoçamos no primeiro dia e jantamos na última noite. Nada espetacular, mas tem uma sopa de capeletti servida no pão italiano que é muito saborosa. O preparo dos pratos não tem muito refino e a apresentação também não é das melhores. Tem um menu especial para crianças com nomes criativos e feitos muito rapidamente, o que sempre é importante quando se tem crianças esfomeadas com você. O serviço é muito bom, mas deixou a desejar na qualidade


6 – Galeto Itália – Gramado – de longe o que mais nos decepcionou. Um Buffet fraco e uma seqüência de massas, após a sopa de capeletti, claro, que não agradou. O galeto, razoável na textura, mas muito básico no sabor.

Se eu tivesse apenas um dia na região, certamente iria almoçar no Garfo e Bombacha,  jantar no Carlito’s e não deixaria de visitar o Mundo a Vapor, o Mini Mundo e muito menos a aldeia do Papai Noel, um outro mundo dentro do mundo da Serra Gaúcha.

E você, o que faria e onde comeria se tivesse apenas um dia em Terrão e Tornozelo, ups... Gramado e Canela????



Escrito por Luiz Totti às 23h49
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Eu sou a mãe do Chef

Bem, qualquer mãe morre de orgulho por qualquer coisa que seu filho faça e, portanto, a frase acima não deveria realmente chamar muito a atenção; por isso,  ouvi-la quando  a chegamos a um restaurante recém inaugurado, com todo o charme daquela casa de sítio que a gente conheceu quando era criança, não seria garantia de que o cardápio pudesse nos trazer alguma surpresa.

Ah, mas mão não se engana, e Dona Neire não estava enganada em seu orgulho todo: o “meu filho” Igor, um jovem e surpreendente Chef, logo pode mostrar todo o seu talento em pratos tão deliciosos quanto variados em escolha dos ingredientes e modos de preparo. O lugar em questão, chama-se Amadeu, em Indaiatuba, e foi estabelecido na antiga casa da família, fruto do trabalho do avô de Igor, senhor Amadeu Furlán, cujo sobrenome também batiza o bairro onde está o restaurante.

Com um toque de classe e uma escolha primorosa de ingredientes, o cardápio contemporâneo é variado e com opções que vão do delicioso macarrão com ragú de carne, passando pelo carré de cordeiro  até preparos maravilhosos de bacalhau, sempre acompanhado por um bom vinho, culminando coma deliciosas sobremesas que coroam a escolha. Uma dica para escolher o prato: feche os olhos, abra o menu e coloque o dedo sobre a página... seja qual for o prato, é o melhor do dia. Não tem erro. Aí, é só relaxar, curtir o local e observar a decoração cuidadosamente preparada para o conforto do cliente, especialmente à noite, quando a iluminação do jardim externo traz um toque muito mais que romântico ao jantar.

Vale a pena conhecer e receber um tratamento diferenciado, seja ao chegar, sendo recebido pela “Mãe do Chef” ou pela atenção que a equipe do salão dá a cada um dos clientes.

O Amadeu é uma excelente opção para uma comida de classe e bem pertinho de Salto...



Escrito por Luiz Totti às 01h02
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Je ne parle pas français …

Falar francês, eu não falo, mas adoro comer bem; e, num bom restaurante francês, com um cheff de primeira, você sempre come bem.

E qual é nossa relação com a comida francesa? Bem, eu explico: Eliana e eu  comemoramos nosso primeiro ano junto em um restaurante francês em Campinas, lá em 2008; liguei, fiz a reserva e falei com o cheff para que preparasse uma surpresa associada ao buquê de flores que pedi para entregar a minha querida esposa. E ele caprichou: além de escrever, com chocolate num prato uma linda mensagem de aniversário de casamento, ele, pessoalmente, entregou as flores para a minha linda mulher junto com a sobremesa.

Stop! Tecla FF (para quem é do tempo do toca-fitas, como eu, sabe que significa fast forward, ou seja, avanço rápido da fita com as músicas – será que estou ficando velho??? rsrsrs)

Final de 2009. Encontramos, um pouco sem querer, um restaurante francês em Indaiatuba, chamado Le Triskell e, obviamente, fomos experimentar. Entramos e fomos surpreendidos com um serviço de primeira linha e, para uma surpresa ainda maior, o garçom comentou que havia um novo cheff e que o chamaria para nos apresentar. Adivinha quem era? Sim, o mesmo cheff daquele restaurante do primeiro aniversário, Sebastien, que há pouco havia se transferido para o restaurante do Gilles e da Vera. Assim, a equação ficou completa: comida de primeira, atendimento espetacular, cheff que sabe ousar com um proprietário empreendedor, temos uma excelente opção gastronômica, e o melhor: a apenas 15 minutos de casa.

O Bistrô Le Triskell (http://www.letriskell.com.br) já começa diferente na escolha do seu símbolo, uma cruz celta, um talismã que, segundo as crenças, deixa fluir a intuição, a beleza e a ternura. Passa pela espontaneidade de seu proprietário, o Gilles, que, além de acompanhar pessoalmente a opinião dos seus clientes, implementa mudanças e dá a sua equipe a chance de criar e desenvolver pratos e serviços de qualidade. E termina com uma equipe de garçons que simplesmente faz a diferença! Nos sentimos sempre "mimados" no Le Triskell.

O menu é um espetáculo, com opções muito variadas, tanto de pratos como de vinhos. Os risotos são muito saborosos, em especial o de parmesão. Minha esposa adora o Mignon ao molho de vinho malbec, uma combinação que encanta o paladar. Os peixes têm um tempero delicado e que surpreende. As carnes, sempre no ponto e com sabor marcante. Enfim, basta fechar os olhos e colocar seu dedo sobre o menu e deixar o talento do cheff Sebastien encantar seu paladar. Fora isso, há os jantares e almoços especiais, um verdadeiro show de gastronomia, como por exemplo o dia dos namorados, Natal e dia das mães. Nesses encontros, sempre temos algumas surpresas: nesse último dia das mães, por exemplo, eu escolhi uma bruschetta de camarão rosa, uma reconstrução da tradicional bruschetta italiana, que se mostrou muuuito melhor que a encomenda; a Li provou um prato que veio acompanhado de mandioquinha gratinada embrulhada em couve manteiga... inenarrável. Mas a melhor surpresa que até hoje já tivemos foi o capuccino de foie gras, servido como entrada num dos jantares no final de 2009; só de falar, já me enche a boca de água!!!

Como já comentei, não falo nada de francês, mas esse idioma, traduzido em culinária, associado a um serviço espetacular, num ambiente muito familiar, só pode ser sinônimo de sucesso: é onde nós comemoramos todas as nossas datas muito importantes, as medianamente importantes e outras datas, que inventamos só para poder ter motivo de saborear as delícias do cheff Sebastien.



Escrito por Luiz Totti às 21h50
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Manhê, vou comer lá na casa da tia!!!

Quando éramos crianças, essa frase tinha um enorme significado: ir para a casa da tia significava encontrar uma montanha de coisas gostosas, como bolinhos de chuva, bolinhos de arroz, doces, doces e mais doces.

O tempo passa, a criança cresce, vai para escola, vêm as espinhas, então a faculdade, pega o diploma, vira “adulto” e mergulha na vida profissional. Tempo se torna escasso, esforço se torna obrigatório, resultado é sobrevivência. Nas horas vagas, um drink aqui, outro acolá, um jantar, um drink um almoço, um happy hour, um petisco, outro drink... e a casa da tia fica somente na lembrança, aquele gosto de infância que ficou guardado na memória da criança. E agente conclui que casa da tia é para a infância e os barzinhos e drinks para a fase adulta.

Bem, isso é verdade para a maioria dos mortais, menos para nós, Saltenses, de berço ou adotados, como nós.

Que tal se tivéssemos um lugar onde pudéssemos comer aqueles deliciosos bolinhos de arroz, de carne e outros petiscos que nos remetem à infância associados aos deliciosos drinks com os quais nosso paladar tão facilmente se acostumou depois dos 18? Excelente, não é? E se esse lugar se chamasse “Casa da Tia”?

Pois é exatamente isso que descobrimos praticamente no quintal de casa no final de semana passada. A Casa da Tia, criada por Cláudio Tibério e montada adivinha onde? Sim, na antiga casa de sua tia, onde passou bons momentos de sua vida.

O diferencial do lugar é a qualidade dos drinks, uma vez que Tibério foi bartender e chefe de bar por um longo período de tempo, em vários lugares conceituados e traz essa experiência para dentro da casa da tia, digo, do seu restaurante. Seu gosto pela culinária levou-o a se especializar e a criar menus e pratos especiais para um fim de noite tranqüilo e agradabilíssimo, como o maravilhoso bolinho de carne e as variações sobre o famoso bolinho de arroz, passando por hambúrgueres de alto padrão de qualidade. Tudo isso ao som de músicas que encantam e agradam gerações, como MPB, Bossa Nova e Jazz.
 
Como disse minha amada Li, como é bom sair de casa, entrar em uma dimensão onde se é recebido em um ambiente super agradável, beber e comer com qualidade, curtindo o som que mais gostamos, estando praticamente no quintal de nossa casa. Isso, sim, é qualidade de vida. E eu só posso assinar embaixo dessa afirmação.

A Casa da Tia! Uma ótima sugestão.



Escrito por Luiz Totti às 21h03
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Paraty, um paraíso gastronômico

As férias se foram... mas ficarão os registros em nossos sentidos de toda a viagem que fizemos à Paraty. Nas retinas ficarão gravadas a beleza exuberante da mata atlântica, o brilho do sol refletindo nas águas das cachoeiras e a transparência da água do mar. Nas mãos e nos pés a temperatura perfeita das águas do mar, o toque na areia, as pedras nos fundos das piscinas naturais na serra. Mas a melhor memória estará certamente com nossas papilas gustativas... impressionante como uma área tão pequena como é o centro histórico dessa antiga cidade pode permitir tamanha variedade e qualidade gastronômica. Um sem número de bares e restaurantes se misturam às pedras pés de moleque, com uma diversidade de estilos e idiomas. As surpresas surgem uma após a outra e se torna muito difícil escolher aonde ir. Por isso, tomamos a seguinte decisão: a cada noite íamos a um bar ou restaurante para provar um drink e conhecer o ambiente e íamos a outro restaurante para o jantar.

Abaixo descrevo os que mais gostamos e algumas de suas curiosidades:

 

  1. Banana da Terra – Elegemos como a melhor opção, pelo conjunto da obra! Para começar, o visual dos garçons é diferenciado: chapéu e uma roupa que lembra os “malandros do samba carioca”; excelente escolha.  A cheff Ana Bueno, jornalista de formação, vendia bolos batidos à mão na praia de Trindade, pois ainda não havia energia. Mudando para Paraty, fez vários cursos no Brasil e no exterior e adaptou cozinha caiçara ao estilo da mais contemporânea cozinha do mundo. A estrela do cardápio, dizem, é o peixe com banana, mas nossa opção foi uma versão maravilhosa da Carne Seca com banana e, uma surpreendente rabada, leve e saborosíssima. Vale a pena experimentar. Finalmente, combinações exóticas para o preparo de caipirinhas (como abacaxi com pimenta) feitas com a cachaça produzida pelo próprio restaurante. O preço é compatível com o glamour da confecção dos pratos, mas vale a pena o investimento.
  2. Paraty 33 – Para nossa surpresa, o dono é Uruguaio e o ambiente moderno, com luzes negras que ressaltam o branco, transformando roupas e cardápios em objetos quase fluorescentes. O atendimento é fantástico e a comida muito boa.
  3. Margarida Café – Foi o único lugar em que fomos 2 vezes de forma intencional... na primeira, para um drink, em que fomos atendidos por uma garçonete que era quase nossa vizinha, de Indaiatuba e que decidiu ficar em Paraty após um período de férias.  Tomei um Mojito e na noite seguinte voltamos com a intenção de comer uma massa que, diga-se de passagem, estava sensacional. O destaque entre as sobremesas é a banana flambada, preparada ali, ao lado do cliente, causando frisson nas mulheres de cabelos longos próximas à labareda.
  4. Bartholomeu – Fomos ao mesmo restaurante 2 vezes, mas de forma totalmente acidental!!!! No dia em que chegamos, baixamos as coisas na pousada e saímos a procura de um lugar para comer. Na rua da Matriz, em direção ao mar, vimos uma portinha com uns azulejos e decidimos entrar. Pedimos uma salada de alface com queijo gorgonzola (que é excepcional e já entrou no meu cardápio doméstico) e empanadas comidas argentinas, mas as empanada são, provavelmente, do Paraguai... no último dia, estávamos caminhando numa outra rua, olhamos o restaurante e gostamos, entramos. Pedimos uma carne recheada de queijo e, quando o garçom chegou perto, notamos que já o conhecíamos... eheheheh. Era o mesmo restaurante do primeiro dia, mas com entrada pela outra rua, em outro ambiente... mas o garçom era o mesmo. Repetimos a salada de gorgonzola e a carne estava simplesmente maravilhosa
  5. Merlin, o Mago  - provavelmente o lugar mais inusitado que visitamos... um lugar muito intimista, com 4 ou 5 mesas, muito sofisticado. O dono, um alemão, se não me engano, chamado Hado, é muito engraçado. Para preparar um drink do cardápio que ele mesmo elaborou, demorou uns 20 minutos, errou ingredientes, mudou o drink... acabou nos dando para não jogar fora. O seu assistente é um americano chamado Rolland, que, na hora de fechar a conta pegou um violão e começou a tocar rock... e os dois se perderam na hora da conta... me diverti muito. Por ser Merlin o nome do lugar, dissemos à Gaby que ele era realmente um mago e que o drink dela a transformaria em qualquer coisa pela manhã se não dissesse a palavra mágica... “Danke”, ou seja, obrigado em alemão... ahahaha.. ela falou várias vezes e na manhã seguinte se olhou no espelho e falou que a contra mágica tinha funcionado.
  6. Che Bar – Especializado em comida e bebida cubana. Fomos lá beber por que estávamos no Bistrô francês (sinceramente não me lembro o nome, mas que comento mais abaixo) e pedi um Mojito. O garçom falou que não tinha hortelã e, quando estava brincando com o garoto, entrou um cara com estilo Oswaldo Montenegro que disse que me traria um Mojito... era o Maurício, dono do Che bar, muito amigo da dona do restaurante e resolveu o meu problema. Depois do jantar fomos tomar mais uns drinks lá no Che bar e trocamos idéias com o Maurício, mais um com formação em comunicação com vasta experiência internacional. Muito bom o lugar para bebericar.
  7. Casa do Fogo – só tomamos um drink nesse lugar, que achamos muito bonito, com especialidade em frutos do mar.
  8. Bistrô Brasil - lugar legal, de frente para o cais, bonitinho, e tudo, mas a comida não é tudo isso, não.
  9. Bistrô Francês – confesso que não me lembro o nome, mas fica ali, na rua do comércio, do outro lado da rua da parte traseira da igreja matriz. Comida boa e ambiente muito agradável. Valeu a pena por jantar e ouvir Jazz, tocado por uma experiente pianista.

 

Enfim, uma experiência extremamente agradável e inesquecível.

 



Escrito por Luiz Totti às 22h28
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BRASIL, Sudeste, SALTO, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Gastronomia, Viagens, Cozinhar


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